terça-feira, 29 de dezembro de 2009

"Prezado ususário fortuito, por favor, ao sair mantenha a porta de vidro fechada.

                Gratas,
                       salva - guardas."

Poste sobre o nosso morador secreto, que utiliza o banheiro da biblioteca, mas não fecha as portas de vidro, que a separam a do teatro, ao qual, fomos expressamente proíbidas de deixar abertas.

E a propósito, D'arc, adorei o seu post sobre o Morro dos Ventos Uivantes!

domingo, 27 de dezembro de 2009




"....- Oh, Cathy! Oh, minha vida! Como posso suportar isso? - foi a primeira frase que ele disse, num tom que não procurava disfarçar-lhe o desespero. E olhou-a com tamanha paixão, que pensei que tal intensidade lhe provocaria lágrimas. Mas os seus olhos ardiam de angústia... não transbordaram.- E agora? - disse Catherine, recostando-se e devolvendo-lhe o olhar com expressão sombria, pois o seu humor era um simples cata-vento para as suas constantes variações de capricho. - Você e Edgar partiram o meu coração, Heathcliff! E ambos vêm lamentar-se disso comigo, como se fossem dignos de piedade! Não lhes tenho pena, não eu! Mataram-me... e parece que isso lhes fez bem. Como são fortes! Quantos anos pretende viver depois que eu me for?Heathcliff se havia apoiado com um dos joelhos no chão, para abraçá-la. Tentou levantar-se, mas ela lhe agarrou o cabelo, e o manteve ajoelhado.- Gostaria de poder retê-lo - continuou ela, amarga - até que morrêssemos! Não me importaria com o que você pudesse sofrer. Nada me importam os seus sofrimentos. Por que não deveria sofrer? Eu sofro! Você se esquecerá de mim? Viverá feliz quando eu já estiver debaixo da terra? Dirá, passados vinte anos "Este é o túmulo de Catherine Earnshaw. Amei-a há muito tempo, fui um miserável quando a perdi... mas é passado. Amei muitas outras desde então, e os meus filhos são muito mais amados do que ela. E, na morte, não me regozijarei por estar indo para ela, mas me entristecerei por deixá-los!"? Dirá isso, Heathcliff?..."


Trecho de "O morro dos ventos uivantes" de Emily Brönte

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

UM POUCO SOBRE MIM....


"Olho para o céu e vejo o tempo passar.

Vivendo a vida em qualquer lugar.

Caminhos escuros e sem direção.

A um passo incerto,inseguro,na contramão.

Olhando ao redor,encontrando o vão

entre o tudo e o nada,

entre o sim e o não.

Vivendo a vida sem ao menos encontrar,

alguma saída

para qualquer lugar."

HO HO HO HOOO!!!!!


Bom,começo a postar aqui já desejando a todos um Feliz Natal,que haja muita saúde,paz e felicidade em todos os lares,mas,já pararam pra pensar que estes desejos estão fora de moda?Vamos desejar coisas novas gente,vamos lá,é facil:
Deseje a sua amiga um namorado super gostoso,inteligente e bom de cama (Oras,não é pra desejar,então que seja direito!);
Deseje que seus professores não sejam estressados e que lhe deêm um suporte educacional bom.(e que de preferencia,tenham um pouco de bom gosto ao se vestirem....);
Que exista chocolate que emagreça!;
Bebida alcoolica que não dê ressaca por mais que você beba;
Que todas as segundas sejam feriado;
Que todas as sextas sejam de comemoração;
Headbangers cabeludos,por favor!;
Menos encrencas;
Mais alcóol;
Mais festas;
Mais festas;
Mais festas;
E que a festa nunca termine,e,acima de tudo:
Que eu sempre tenha amigas como as que eu tenho!
(E ainda tenho o prazer de compartilhar o blog com algumas delas!!!!)
FELIZ NATAL A TODOS!!!!!
PAZ,AMOR E HEAVY METAL!!!!!!




segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

No cemitério dos livros esquecidos
você encontra os meus ossos e minha alma.
Por cima das lápides pode me ver bebendo um conhaque
e ouvindo Judas Priest.
Com cabelo vermelho, roupa preta, cinto e pulseira de ilhoses, seguro um livro e uma taça.
Quase bêbada, rodopio incomodando o silêncio dos que jazem ali.
Para você que veio me vistar no cemitério, não tente me entender,
apenas me aceite, será mais divertido!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Um presente para quem ama os livros, e não sai da internet

Há cerca de um ano e meio, surgiu na redação de VEJA a ideia de patrocinar, na internet, uma rede social que girasse em torno dos livros. Fomentar a leitura entre os brasileiros sempre foi uma missão para a revista. Fazer isso no ambiente digital representava um desafio. Era preciso desenvolver a ferramenta certa para cativar os usuários dos sites de relacionamento.  Essa ferramenta é o VEJA Meus Livros, que faz sua estreia oficial neste sábado, depois de um mês em versão de teste.
Quando o projeto do VEJA Meus Livros começou a ser debatido, sites americanos como LibraryThing e Goodreads já estavam no ar. Eles são redes sociais inteiramente centradas na literatura. Em meados deste ano, foi lançada no Brasil uma iniciativa semelhante: o site O Livreiro, ligado ao jornal O Globo. A essa altura, o VEJA Meus Livros já caminhava numa outra direção. Por que levar as pessoas a construir, do zero, uma nova teia de amizades virtuais, se elas já dedicaram tanto tempo e energia a fazer isso no  Orkut ou no Facebook? Em vez de um site independente, optou-se por fazer do VEJA Meus Livros um aplicativo que pode ser utilizado por qualquer um que tenha um perfil nessas grandes redes. Hoje, a ferramenta está disponível para quem usa o Orkut. Em poucas semanas, a versão para o Facebook deverá ser lançada.
No VEJA Meus Livros, é possível organizar uma biblioteca virtual em várias categorias: os volumes que você está lendo ou já leu, aqueles que são seus favoritos, e até aqueles que você gostaria de ganhar de presente. É possível  convidar os amigos a compartilhar de suas leituras, postando longas resenhas ou comentários breves - basta um clique para publicar esses últimos no Twitter. Uma parceria com o site da Livraria Cultura também permite que você realize compras on-line.
Como os livros são matéria-prima fundamental para as reportagens de VEJA, reservou-se uma área do aplicativo às contribuições da redação. Lá você vai encontrar, sempre atualizada, nossa lista de mais vendidos, as bibliotecas e resenhas de jornalistas e colaboradores, e um acesso a este novo blog sob o mundo da literatura.


"Aline, minha mãe disse que não tem problema você passar o carnaval lá em casa. Ela não se encomoda, de mais a mais, é só fingirmos ser quem não somos."


16.12.09 quarta (20:00?)

... a mim, creio que já não cabe nem a amizade, fico pensando se já não é hora de odiá-lo ou desprezá-lo...
...sabe, há seis meses me sento à janela, na ridícula pretensão de vê-lo...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"Crazy sou às vezes... louca, doze meses por ano."


Crazy é uma palavra que confere certo humor à loucura.
Parece que se é uma louca divertida, super crazy, personagem de gibi
Alegre, magnética, cabelo colorido, uma destrambelhada que ri

Crazy é uma palavra que não descreve a minha inversão
sou louca em português, very absorta, nada institucional
desajuste silencioso, independente, que não se cura nem se cobre com bandeide

Crazy não me intitulo tenho a fachada sã e não trago o riso solto
Meu desvio é genético, louca de berço, pura sem aditivos
Loucura genuína não se produz e a América nada tem a ver com isso

Crazy é bacana, crazyland, terra dos que estão em paz e fumam
a noite inteira gargalhando, beijando-se uns aos outro, just fun
o que sinto é mais uterino, absolutamente pessoal e profano

Crazy, sou às vezes
louca, doze meses por ano.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Erotic Noir


 


"Eu não quero ser o líder. Recuso-me a ser o líder. Eu quero viver escura e rica em minha feminilidade. Quero um homem deitado em cima de mim, sempre em cima de mim. Sua vontade, a sua vontade, seu desejo, sua vida, seu trabalho, sua sexualidade, a pedra de toque, o comando, o meu pivô. Eu não me importo de trabalhar, segurando minha terra intelectualmente, artisticamente, mas como uma mulher, oh, Deus, como uma mulher. Eu quero ser dominada. Eu não me importo que digam para ficar com meus próprios pés, para não se agarrar, sei tudo o que sou capaz de fazer, mas eu vou ser perseguida, fodida, possuída pela vontade de um homem em seu tempo, suas ordens. "

Anaïs Nin


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Forgiven

Within Temptation - Forgiven


Couldn't save you from the start
Love you so, it hurts my soul
Can you forgive me for trying again?
Your silence makes me hold my breath
Oh, time has passed you by


Oh, for so long I've tried to shield you from the world
Oh, you couldn't face the freedom on your own
Here I am left in silence


You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven


I watched the clouds drifting away
Still the sun can't warm my face
I know it was destined to go wrong
You were looking for the great escape
To chase your demons away


Oh, for so long I've tried to shield you from the world
Oh, you couldn't face the freedom on your own
And here I am left in silence


You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven


I've been so lost since you've gone
Why not me before you?
Why did fate deceive me?
Everything turned out so wrong
Why did you leave me in silence?


You gave up the fight
You left me behind
All that's done's forgiven
You'll always be mine
I know deep inside
All that's done's forgiven

*******************************

Eu sei porque se foi... Mas não entendo...
Estavamos bem, eu e você... eramos um... eramos belo...
Quando partiste , me deixastes em dois...
Meu coração em pó...
Minha dor sem igual...

Mas estou aqui.
E continuo aqui.
E mesmo depois de tanto e tanto tempo.
Você me tortura... com seu cheiro... seu gosto... seu tudo...
Por que aindo sinto você aqui.
Será culpa? Ou não?

Minhas lembranças são tão distorcidas...
Mas acho que tinhas razão...
Razão...

Perdão!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

THE ECONOMIST
Brasil, uma nação de não-leitores

Por Edição de Leticia Nunes (com Larriza Thurler) em 20/3/2006


O Brasil é um país de "não-leitores", afirma artigo publicado na prestigiada revista britânica The Economist da semana passada [16/3/06]. O texto é baseado em recente pesquisa sobre assiduidade de leitura, na qual o Brasil ficou em 27º lugar em uma lista de 30 países. De acordo com o resultado do estudo, os brasileiros dedicam apenas 5,2 horas semanais à leitura de livros.

Muitos brasileiros não podem ler, outros simplesmente não têm o hábito. Em 2000, um quarto da população brasileira acima de 15 anos era formada por analfabetos funcionais – aqueles que sabem ler mas não conseguem extrair sentido das palavras ou interpretar frases. Já entre a parcela alfabetizada da população, apenas um adulto em três costuma ler livros.

Em uma parceria incomum, governo, empresas e ONGs tentam de diversos modos mudar este quadro. Na segunda-feira (13/3), a administração do presidente Lula lançou o Plano Nacional do Livro e Leitura/Fome de Livro, que tem como metas principais inaugurar bibliotecas e financiar editoras. A ONG Instituto Brasil Leitor pretende aumentar o acesso dos brasileiros aos livros e já instalou bibliotecas em duas estações de metrô de São Paulo – uma terceira deverá ser inaugurada em uma escola de samba.

Indiferença aos livros

A reportagem da Economist alega que um dos fatores que desencorajam a leitura no Brasil é o alto preço cobrado pelos livros – mas que, por outro lado, a "indiferença aos livros" viria desde os tempos da escravidão. O rádio era amplamente dominante no país nos anos 1930, o ensino primário tornou-se acessível a todos apenas na década de 1990 e as livrarias e bibliotecas ainda não são considerados como algo comum na rotina da maior parte dos brasileiros. "A experiência eletrônica veio antes da experiência escrita", avalia Marino Lobello, vice-presidente de comunicação e marketing da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Lobello especula que o mercado editorial no Brasil apresenta grande potencial de crescimento. Esta também parece ser a opinião de muitas editoras internacionais, que se instalaram no país recentemente.

O artigo conclui lembrando que a leitura é um hábito difícil de ser formado. Os brasileiros compraram menos livros em 2004 – 289 milhões, incluindo os livros escolares distribuídos pelo governo – do que dez anos antes. No ano passado, Pedro Corrêa do Lago, então diretor da Biblioteca Nacional, deixou o cargo depois de uma gestão polêmica. Ele reclamou que teve apenas metade dos bibliotecários de que precisava e que traças destruíram grande parte do acervo.
Aline, já que não consegui postar comentário, lá vai um post com se fosse um!


"I only listen to the sad, sad songs
I'm only happy when it rains
I only smile in the dark
My only comfort is the night gone black
"


O próprio trecho já é auto explicativo.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

I'm only happy when it rains





I'm only happy when it rains
I'm only happy when it's complicated
And though I know you can't appreciate it
I'm only happy when it rains
You know I love it when the news is bad
Or why it feels so good to feel so sad
I'm only happy when it rains

Pour your misery down

Pour your misery down on me
Pour your misery down
Pour your misery down on me

I'm only happy when it rains

I feel good when things are going wrong
I only listen to the sad, sad songs
I'm only happy when it rains
I only smile in the dark
My only comfort is the night gone black
I didn't accidentally tell you that
I'm only happy when it rains
You'll get the message by the time I'm through
When I complain about me and you
I'm only happy when it rains

Pour your misery down (down on misery down)

Pour your misery down on me (down on misery down)
Pour your misery down (down on misery down)
Pour your misery down on me (down on misery down)
Pour your misery down (down on misery down)
Pour your misery down on me (pour your misery down)
Pour your misery down (down on)
You can keep me company
As long as you don't care

I'm only happy when it rains

You'll want to hear about my new obsession
I'm riding high upon a deep depression
I'm only happy when it rains (pour some misery down on me) [repeat]

domingo, 15 de novembro de 2009


Sou estudante de biblioteconomia, faço estágio em uma biblioteca escolar,passo os dias em torno de estantes, livros e silêncio, que muitas vezes é interrompido pelo som de alguns alunos ou mesmo por minhas infindáveis conversas com Aline, esta por sua vez, tornou-se uma amiga muito valiosa, ouvinte das minhas confissões, as quais ouve sem julgar ou condenar, muito pelo contrário, sempre tenta me ajudar a resolver qualquer questão a o qual não sei como resolver sozinha.
O colégio é católico, e sou católica também, mas me arrisco dizer, que eu tenho meus próprios conceitos sobre religião e fé, tornando-me assim, como costumam dizer, católica não praticante.
Uma vez não tendo a prática, enclino-me a outras formas de fé, como por exemplo, o paganismo, devo confessar que, depois de conhê-la um pouco mais, passei a admirar e respeitar muito mais suas idéias, e não raro, me encontro em voltas com livros sobre o assunto.
Coisas tão importantes como fé e religião, são as pessoas que conhecemos ao longo da vida.
Elas nos fazem mais fortes em todos os sentidos, algumas se tornam amigos,levamos para a vida toda, outras, são apenas passageiras, deixando mágoas ou alegrias.
Em meio a tudo isso, eu procuro melhorar como pessoa, não é fácil, mas com boa vontade, eu chego lá, não sei se estou no caminho certo, mas quem pode saber?!
Quanto a isso, dou um passo de cada vez e vou vivendo um dia o pós o outro!
Em meio a tantos livros, religiões e pessoas, tento entender a mim mesma.

sábado, 31 de outubro de 2009




It is the night
My body's weak
I'm on the run
No time for sleep
I've got to ride
Ride like the wind
To be free again

I was born the son
Of a lawless man
Always spoke my mind
With a gun in my hand
Lived nine lives
Gunned down ten
Gonna ride like the wind

And I've got such a long way to go
To make it to the border of Mexico
So I'll ride like the wind
Ride like the wind

Accused and tried and
Told to hang
I was nowhere in sight
When the church bells rang
Never was the kind
To do as I was told
Gonna ride like the wind
Before I get old

And I've got such a long way to go
To make it to the border of Mexico
So I'll ride like the wind
Ride like the wind
So I'll ride like the wind
Ride like the wind

It is the night
My body's weak
I'm on the run
No time for sleep
I've got to ride
Ride like the wind
To be free again

And I've got such a long way to go
To make it to the border of Mexico
So I'll ride like the wind
Ride like the wind

And I've got such a long way to go
To make it to the border of Mexico
So I'll ride like the wind
Ride like the wind

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Para iniciar a semana bem, nada melhor que uma boa música...



domingo, 25 de outubro de 2009

Nossa, amiga, o que é esse homem?!

Ele é tudo de bom!

E que filme, UI!

Uhummm...

Este post vai pra minha amiga Ana...
Com o delicioso Olivier Martinez, perigosamente pecaminoso...


Como todas nós adoramos uma boa pegada... uma boa disputa... uma boa cena de sexo... essa é uma das mais gostosas que já assisti... Que homem!!!
É de ficar com água na boca!!!


Hummm....  Aí... Aí... Delícia!!!!




 





Miga, me diga... ele não é ótimo?!
Hihihi




segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Hihihi....
Quem diria...  euzinha, blogueira!
Mas agora vamos ver no que dará.

Aqui sempre terá palavras, desabafos sinceros ou não.
Acho que vou gostar disso!!

Bjinhosss  mon ami!
Até!!